Não me entendem por ser diferente.
Por não gostar de balada
por não sair todo fim de semana
por não falar tanto palavrão
por não me comunicar só com gírias
por não ficar só por ficar
por não seguir suas modinhas.
Não são como eu.
Não preferem passar o domingo lendo um bom livro
vendo bons filmes
escutando boas músicas
fazendo coisas em família
se divertindo com as coisas simples que estão ao nosso redor.
Talvez no fundo, sejam como eu ou como você
gostem da paz que a solidão pode trazer
mas não se permitam aproveitá-la
não se sintam seguros para nadar contra a correnteza.
domingo, 6 de março de 2011
sábado, 5 de março de 2011
entre o bem e o mal, e a escolha certa;
Será que o destino, o acaso, o poder da mente ou do universo são responsáveis pelo que ocorre em nossa vida?
Quando algo dá certo, agradecemos por termos tido sorte.
Foi realmente sorte, acaso, estar no lugar certo na hora certa?
A vida é uma questão de múltipla escolha, o que acontece no nosso dia-a-dia é reflexo da opção que escolhemos, de quanto esforço fazemos para conseguir algo, dos sacrifícios que realizamos para alcançar nossos objetivos, do nosso modo de ver as coisas.
E se algo não dá certo... claro, "o universo conspira contra mim!" ou "hoje não era meu dia de sorte!". São inúmeras as desculpas atribuídas ao mundo, aos outros, quando falhamos, quando nos decepcionamos, quando uma porta se fecha diante de nós. Saiba que a culpa pode ser sua, você pode ter desistido facilmente, confiado de menos, desconfiado de mais, se acomodado, não ter aberto seus olhos para a realidade.
Como eu disse, a vida nos mostra uma infinidade de opções, que se modificam conforme seguimos nosso caminho, basta fazer as escolhas certas. E o certo e o errado aqui se transformam e se distinguem de acordo com a vida e a realidade de cada um. Nessa hora, na hora de tomar uma decisão, quem sabe a sorte bata a sua porta, o destino lhe dê um empurrãozinho, mas nada acontecerá por si só, é preciso determinação, vontade, coragem.
Quando algo dá certo, agradecemos por termos tido sorte.
Foi realmente sorte, acaso, estar no lugar certo na hora certa?
A vida é uma questão de múltipla escolha, o que acontece no nosso dia-a-dia é reflexo da opção que escolhemos, de quanto esforço fazemos para conseguir algo, dos sacrifícios que realizamos para alcançar nossos objetivos, do nosso modo de ver as coisas.
E se algo não dá certo... claro, "o universo conspira contra mim!" ou "hoje não era meu dia de sorte!". São inúmeras as desculpas atribuídas ao mundo, aos outros, quando falhamos, quando nos decepcionamos, quando uma porta se fecha diante de nós. Saiba que a culpa pode ser sua, você pode ter desistido facilmente, confiado de menos, desconfiado de mais, se acomodado, não ter aberto seus olhos para a realidade.
Como eu disse, a vida nos mostra uma infinidade de opções, que se modificam conforme seguimos nosso caminho, basta fazer as escolhas certas. E o certo e o errado aqui se transformam e se distinguem de acordo com a vida e a realidade de cada um. Nessa hora, na hora de tomar uma decisão, quem sabe a sorte bata a sua porta, o destino lhe dê um empurrãozinho, mas nada acontecerá por si só, é preciso determinação, vontade, coragem.
sexta-feira, 4 de março de 2011
de todas as lágrimas derramadas,
de todas as promessas desfeitas,
de todas as pessoas ofendidas,
de todas as almas dispersas,
e de toda tristeza do mundo...
Pouco me importava
Pouco me afetava.
Até sentir alguém chorando em meus ombros,
contando sua tristeza, relatando seu tempo perdido.
A indiferença se foi e nasceu a compaixão...
Mas ainda não aturava as falsas histórias .
domingo, 6 de fevereiro de 2011
cuide
Cuidado com as palavras, elas podem ser perigosas e isso dependendo do modo que são ditas e, as vezes, as palavras são só palavras. De fato ninguém quer escutar o mesmo de sempre, ninguém quer ouvir algo sem sentimento. Não decore um livro, nem uma frase, para dizer, deixe tudo sair naturalmente, se expresse com seu jeito, não copie os outros por se achar inferior, nem sempre és. Demonstre mais sentimento. Não finja se importar, se importe.
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Pensamentos perdidos - O 'ser' popular
OUVINDO E 'APRENDENDO'
Paulo: Para você ser notada e valorizada irá de precisar de duas coisas: Mentir e ser falsa. Mas precisa treinar muito a arte de mentir! Isso mesmo! Sabe essa pessoa meia boca que você é? As pessoas não precisam saber dessa sua espinha no rosto, das suas cicatrizes, da sua falta de sinceridade, sua insegurança, muito menos da sua indigestão! Então minta, diga que você é muito culta e divertida, que leu vários livros, curte bandas épicas, vê jornal todos os dias, que trabalha, estuda, faz academia e ainda sobra tempo pra fazer comida de meio-dia, ver filmes e etc. Ah...Faça uma ceninha para ficarem com pena e diga que seus pais te odeiam e que você supera todos os problemas sozinhas, e sabe, essa sua cara aí feia e caida, me poupe, use um pouco de maquiagem, esconda essa espinhas, as cicatrizes, impressione, promova sua imagem! Outra diga valiosa: Finja ser perfeita.
Jéssica: Nossa, isso vai ser moleza, fiz curso de teatro por um tempo e tudo mais, então eu acho que vou criar um personagem pra viver. Mas de qualquer forma, isso realmente vai fazer as pessoas mais populares e fodonas me notarem?
Paulo: Claro, seja como elas, seja exatamente igual! Minta, seja falsa, e promova sua imagem perfeita. Esqueça que você é uma pessoa normal e oculte os defeitos.
DIA DA VERDADE
Jéssica: Nossa, isso vai ser tão legal, nossa, eu adoro atuar e agora finalmente atuar vai fazer com que eu consiga ser notada e amada! Será que eu consigo? Minha aparência ta boa?
Paulo: Se liga menina, você acha que ando contigo por quê? Tu és linda, com está cor pálida, rosto simétrico, e corpo esbelto.
Jéssica: Aiii, obrigada paulo! Você também é lindo!
Victor (menino popular): Desculpe, não pude deixar de ouvir, mas Jéssica...
Jéssica: VOCÊ SABE MEU NOME? :O
Victor: Claro, claro, estudamos juntos desde sempre. Então como eu ia dizendo, ouvi a conversa de vocês, e noite que a Jéssica quer fazer parte das pessoas que são consideras populares.
Jéssica: Er....Err..que...Paulo...er...ir...irg...ar....ur..
Victor: Er,,,,IR...OR...HAHA. Não se envergonhe. Realmente, você é bonita, se quiseres me fazer companhia eu adoraria!
Jéssica: Claro!
Paulo: Pera aí, vou junto também.
Victor: HAHAHA. Caí entre nós amigo, você é apresentável, mas não queremos um homossexual pra sujar a nossa imagem.
Jéssica: Desculpa Paulo, depois a gente se vê.
Victor: Bom, espero que não seja em nenhum lugar que as pessoas possam ver, porque se você realmente quiser ser notada terás que se afastar dele e se não se afastar .
Jéssica piscou para Paulo, e foi junto com Victor.
Assim se tornou popular. Conseguiu o que queria.
E paulo foi deixado de lado, as vezes iam um na casa do outro, mas nunca fora a mesma amizade.
Mas Jéssica não largaria as amizadesfalsas e muito menos os admiradores paga pau.
Estranho era ter tanto 'amor' e se sentir tão só.
Estranho era ter tanta atenção e se sentir por vezes saturadas.
Estranho era ter tudo que queria e não se importar com isso.
Mais estranho ainda era deixar as coisas assim.
E o cabreiro, é que ela não se importava mais com seu velho amigo, mas ele ainda se importava.
Ah, estranho também, é ver que essa poha não tem sentido, mas é a realidade de muitos de nós, e por vezes nem popular conseguem ser, só paga pau dos tais populares. Mas foda-se né, estamos com os TOP's e é isso que importa...Metade da população sente inveja, me acha divina, e eu sou uma merda por dentro, mas ninguém vê então quem liga?
Sim, repetindo, essa merda não faz sentindo, mas eu vejo isso se repetir altas vezes. E por alguma razão do submundo, as pessoas conseguem ver sentido nisso.
Sabe 'Deus', o que as pessoas sentem quando são valorizadas e amadas pelos outros, mesmo se odiando por dentro e sendo totalmente inúteis para o mundo.
Consideração final: Oh, dai-me o fim da minha vida por favor, se me tornar amada pelo mundo e invejada sem haver sentido para isto ocorrer, ou se eu fizer isso apenas usando a minha máscara, por favor me destrua, mate-me, raspe meus cabelos, mas não deixe que me perca no mundo materialista, muito menos que me apegue a coisas idiotas, e menos ainda a gente idiota. Afastai-me do mal, obrigada.
Paulo: Para você ser notada e valorizada irá de precisar de duas coisas: Mentir e ser falsa. Mas precisa treinar muito a arte de mentir! Isso mesmo! Sabe essa pessoa meia boca que você é? As pessoas não precisam saber dessa sua espinha no rosto, das suas cicatrizes, da sua falta de sinceridade, sua insegurança, muito menos da sua indigestão! Então minta, diga que você é muito culta e divertida, que leu vários livros, curte bandas épicas, vê jornal todos os dias, que trabalha, estuda, faz academia e ainda sobra tempo pra fazer comida de meio-dia, ver filmes e etc. Ah...Faça uma ceninha para ficarem com pena e diga que seus pais te odeiam e que você supera todos os problemas sozinhas, e sabe, essa sua cara aí feia e caida, me poupe, use um pouco de maquiagem, esconda essa espinhas, as cicatrizes, impressione, promova sua imagem! Outra diga valiosa: Finja ser perfeita.
Jéssica: Nossa, isso vai ser moleza, fiz curso de teatro por um tempo e tudo mais, então eu acho que vou criar um personagem pra viver. Mas de qualquer forma, isso realmente vai fazer as pessoas mais populares e fodonas me notarem?
Paulo: Claro, seja como elas, seja exatamente igual! Minta, seja falsa, e promova sua imagem perfeita. Esqueça que você é uma pessoa normal e oculte os defeitos.
DIA DA VERDADE
Jéssica: Nossa, isso vai ser tão legal, nossa, eu adoro atuar e agora finalmente atuar vai fazer com que eu consiga ser notada e amada! Será que eu consigo? Minha aparência ta boa?
Paulo: Se liga menina, você acha que ando contigo por quê? Tu és linda, com está cor pálida, rosto simétrico, e corpo esbelto.
Jéssica: Aiii, obrigada paulo! Você também é lindo!
Victor (menino popular): Desculpe, não pude deixar de ouvir, mas Jéssica...
Jéssica: VOCÊ SABE MEU NOME? :O
Victor: Claro, claro, estudamos juntos desde sempre. Então como eu ia dizendo, ouvi a conversa de vocês, e noite que a Jéssica quer fazer parte das pessoas que são consideras populares.
Jéssica: Er....Err..que...Paulo...er...ir...irg...ar....ur..
Victor: Er,,,,IR...OR...HAHA. Não se envergonhe. Realmente, você é bonita, se quiseres me fazer companhia eu adoraria!
Jéssica: Claro!
Paulo: Pera aí, vou junto também.
Victor: HAHAHA. Caí entre nós amigo, você é apresentável, mas não queremos um homossexual pra sujar a nossa imagem.
Jéssica: Desculpa Paulo, depois a gente se vê.
Victor: Bom, espero que não seja em nenhum lugar que as pessoas possam ver, porque se você realmente quiser ser notada terás que se afastar dele e se não se afastar .
Jéssica piscou para Paulo, e foi junto com Victor.
Assim se tornou popular. Conseguiu o que queria.
E paulo foi deixado de lado, as vezes iam um na casa do outro, mas nunca fora a mesma amizade.
Mas Jéssica não largaria as amizades
Estranho era ter tanto 'amor' e se sentir tão só.
Estranho era ter tanta atenção e se sentir por vezes saturadas.
Estranho era ter tudo que queria e não se importar com isso.
Mais estranho ainda era deixar as coisas assim.
E o cabreiro, é que ela não se importava mais com seu velho amigo, mas ele ainda se importava.
Ah, estranho também, é ver que essa poha não tem sentido, mas é a realidade de muitos de nós, e por vezes nem popular conseguem ser, só paga pau dos tais populares. Mas foda-se né, estamos com os TOP's e é isso que importa...Metade da população sente inveja, me acha divina, e eu sou uma merda por dentro, mas ninguém vê então quem liga?
Sim, repetindo, essa merda não faz sentindo, mas eu vejo isso se repetir altas vezes. E por alguma razão do submundo, as pessoas conseguem ver sentido nisso.
Sabe 'Deus', o que as pessoas sentem quando são valorizadas e amadas pelos outros, mesmo se odiando por dentro e sendo totalmente inúteis para o mundo.
Consideração final: Oh, dai-me o fim da minha vida por favor, se me tornar amada pelo mundo e invejada sem haver sentido para isto ocorrer, ou se eu fizer isso apenas usando a minha máscara, por favor me destrua, mate-me, raspe meus cabelos, mas não deixe que me perca no mundo materialista, muito menos que me apegue a coisas idiotas, e menos ainda a gente idiota. Afastai-me do mal, obrigada.
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
amores platônicos
Como a gente gosta muito de clichês, aí vai mais um: amores platônicos.
Quem nunca teve um amor platônico, por favor, atire a primeira pedra! Geralmente acontecem mais na infância, é o nosso primeiro amor.
Amor - não sei se no caso dos amores platônicos o que ocorra seja amor, mas sim uma pequena (ou enorme) obsessão.
Não me diga que você não se lembra dos planos que arquitetou com a ajuda de uma amiga, das brigas que teve com esta mesma amiga por ciúmes, das vezes que se sentiu triste, pois seu ‘amor’ não lhe notava? Pensando bem, acho que estou generalizando demais essa coisa da infância e adolescência, não é só nessas fases que o amor platônico pode surgir, ele pode aparecer mesmo quando sua cabeça é mais madura, mais vivida.
Depois de um tempo percebemos o quão inútil foi aquele sentimento, aquelas lágrimas desperdiçadas, aquele tempo gasto pensando em alguém que você julgava ser o amor de sua vida. Na verdade, nem tão inútil assim é o amor platônico. Ele nos ensina a ter maturidade, talvez ensine mais: a valorizar quem nos ama, a ter um sentimento saudável, não dominador ou obsessivo.
O amor platônico por mais maldoso que seja, ainda nos da a chance de usufruir de algumas lições e até criar a moral da história, com cada história em particular. Refletir sobre seus erros e ver como você se transformou faz com que você se sinta mais madura e de fato, a sua percepção de vida muda, em especial dos amores, lhe faz avaliar mais seus sentimentos na próxima vez, evitando assim grandes desastres e lhe dando a chance de conhecer o verdadeiro sentido da palavra amor.
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